sexta-feira, 17 de julho de 2015

A quem possa interessar.....(parte 6018 rsrsrsrs)

Eu sei que adoro falar eu e minha necessidade de comunicação é mais forte do que eu rsrsrs (pra quem não sabe eu ia fazer faculdade de publicidade, mas desisti)  mas tenho amigos que suuuuper se divertem com isso, então tá valendo kkkkkk e se algo que eu disse incomoda é porque tu tá devendo, a culpa não é minha.

Se perguntassem aos meus pais, ou para amigos de adolescência, teriam a informação de que eu sempre tive amizades com pessoas mais velhas que eu, isso desde pré adolescente,  meus pais ficavam bem bravos, achavam que eu tinha que curtir com amigas da minha idade, e não tiro a razão deles mas preferia mesclar as vivências afinal não dava sempre pra aguentar tanto mimimi, os mais velhos já tinham outras visões, opiniões formadas e objetivos bem estabelecidos e isso pra mim sempre foi instigante. Quantas vezes troquei a rodinha de conversas de amigos pra ficar na rodinha com a mãe deles rsrs.

Talvez tenha envelhecido mais rapido que minhas amigas, pelas escolhas que fiz e principalmente por ter perdido minha mãe muito cedo. A vida me obrigou a amadurecer.

Talvez por isso não tenha paciência com incertezas, com joguinhos, e busca por atenção desenfreada.

Talvez eu esteja certa, talvez eu esteja errada, mas enquanto muitas brincavam de boneca eu já ralava na sala de aula, pois tinha estabelecido uma meta, enquanto brigavam pelo menino mais bonito do bairro ou da escola eu já viajava com um grupo de dança para campeonatos. Enquanto muitos ainda hoje correm para o colo da mãe ou do pai quando fazem uma burrada eu aprendi que se eu errei eu que me vire pra consertar e que a vida não é cor de rosa não, aprendi que a maioria joga, mente e manipula de acordo com o que lhe convém, que são pouquíssimos os que torcem de verdade por você.

Mas também aprendi que se você quer algo tem que lutar, ninguém vai te dar nada e na verdade se puder vão tirar o que você tem (isso aprendi recentemente rsrsrs )

Se você quer ser amado de verdade tem que oferecer amor, e não ficar com joguinhos em redes sociais, pra ter algo verdadeiro tem de ser autêntico, não adianta gritar ao mundo que é diferente e agir como a grande massa.

Mulheres não é com curtidas nas suas fotos que o bofe que você quer vai se doer e você sabe muito bem disso. Acorda!

Homens não é me tratando como mais uma apenas no seu cardápio que vão conseguir algo comigo. Pelo amor!!!!!!!

Não sou perfeitaaaaaaaaa, digo e repito quantas vezes for preciso, mas trato o mundo da maneira como gostaria de ser tratada. Se puxo sua orelha, você me importa, se faço questão de tirar um sorriso seu diariamente, você me importa. Talvez eu não consiga dar a atenção devida a todos que pra mim são fundamentais, mas de um jeito ou de outro sempre busco uma forma de deixar claro.

Talvez eu tenha amadurecido cedo demais na adolescência mesmo, com isso, talvez eu também continue amadurecendo mais rápido, mas sabe a fila da paciência lá no céu quando fomos construídos??? Com certeza eu não passei nela rs.

Aqueles que convivem comigo me conhecem, sabem como sou, mas ainda assim sem muita paciência pra bla bla bla.

sábado, 30 de maio de 2015

Somos diferentes e pronto

Algumas coisas me irritam profundamente e uma delas é a imposição de ideias.

Não entendo a dificuldade que a sociedade tem em aceitar o diferente dele.

Crenças, costumes, objetivos...

A sociedade se forma a partir da contribuição de cada um e pra que esse grupo se forme existe a necessidade de conhecimentos distintos e assim contribuições variadas para compor esse grupo.

E infelizmente a massa segue reproduzindo um ao outro...Ecaaaaaaa. Me perdoem, mas é irritante alguém achar que eu devo escolher a mesma profissão, o mesmo bairro, o mesmo país, a mesma "religião" ...

Onde foi parar o respeito mesmo? Bom faz tempo que não vejo isso, respeito e ética. Compromisso e responsabilidade.

Se você gosta do vermelho e eu do amarelo, ótimo, seremos muito felizes assim e estaremos acrescentando algo na vida um do outro, isso é tão óbvio.

Existem regras sim e sou a favor das mesmas, mas não aceito manipulação de ideias, nunca aceitei e não vai mudar.

Não sou do tipo que me moldo de acordo com o grupo em que vivo, posso conviver tranquilamente com você sem concordar com sua opinião, alias sua opinião diferenciada pode acrescentar informações sobre determinados assuntos pra mim e vice versa, é claro que teremos pontos em comum mas o mais legal é o crescimento.

Fomos criados pra fazer a diferença no mundo, eu fui criada pra fazer a diferença e não pra ser só mais um em sociedade.

Escolhas, cada um faz a sua e que sejamos responsáveis o suficientes para assumir as consequências, mas principalmente com ética e respeito ao outro.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Sentimento inexplicável

Não, eu nunca dancei em igrejas, mas tive a oportunidade de diversas vezes fazer um trabalho voltado ao Louvor a ELE.

Dei aula para grupos de ministérios, como já contei em um dos videos no meu canal do Youtube,( segue link https://www.youtube.com/watch?v=s3-Ltc-dX1Q)  e sei da responsabilidade que é você fazer parte de um grupo, torna-se referência em todos os sentidos pra comunidade em questão e eu não sou hipócrita de achar que com todas as minhas falhas e defeitos sou digna de subir no altar assim.

Também fui convidada algumas vezes a integrar como coreografa um espetáculo Gospel, além de ter uma coreografia gospel também nos meus espetáculos de final de ano.

Fui criada em igreja católica e permaneci lá durante muitos anos, depois passei alguns anos na igreja evangélica e entre esse período de transição também conheci diversos templos espiritas e espiritualistas. Vi muita coisa acontecer nesses lugares todos, muitas coisas boas, benção e afins, inclusive na minha vida como mencionei nesse video (https://www.youtube.com/watch?v=fptfGXonGJE) , mas também vi outras situações que me enojaram muito.

Todo templo tem um líder e esse líder é tão humano e falho como eu sou, porém a maioria consegue  criar seu "rebanho" e manipular as pessoas como se fossem robôs... Todos comem, falam, pensam, se vestem, se comportam de maneira rotulada e quem não se enquadra é do mal ...Ex. na católica por ser artista eu era do mal, e na evangélica por não se encaixar no estereótipo de mulher eu era do mal e por aí vai rs... nas espiritas a grande maioria não conseguiu me "tocar" em nada, entrei a mesma forma que saí , com interrogações, já os espiritualistas me atraem mais, porém nada que me faça a frequentar templo nenhum.

Como eu disse presenciei muita coisa e a minha confiança no homem (ser humano) caiu por terra, sei que Deus está na minha vida e em meu coração então não dependo do momento de fervor em grupo pra adora-lo ou sentir Sua presença. Resumindo, fujo de templos.

Hoje prefiro ir a uma igreja fora do horário de missa/culto, eu e Deus ali é muito mais intenso pra mim. 

E sobre os trabalhos mencionados acima, todos foram muito especiais pois fizeram parte de momentos importantes.

O primeiro deles, infelizmente não tenho no canal, confesso que achei que tinha rs, e foi especial porque foi o primeiro e não sabia como o publico no teatro reagiria. Foi lindo e abençoado no final do espetáculo vários convidados me agradeceram por aquele momento.

Este foi importante, pois havia acabado de sair de uma internação referente a minha coluna, tanto que estou super inchada (gorda rs) de tanto soro, e uma das alunas estava com uma gravidez de risco e se propôs a dançar justamente por isso e em pleno acordo com seu marido me pediu pra dançar. Antes que me perguntem deu tudo super certo com a gravidez dela.



Aqui especial pois ficamos em cartaz e marca a minha volta após a recuperação do problema de coluna

Saída do hospital a menos de 3 meses e colocando um Espetáculo no palco


Aqui  marcando a minha volta definitiva ao trabalho



Aqui ainda o mesmo Espetáculo Identidade que voltou dois anos depois completamente reformulado, incluindo a mudança da nossa musica, mais que mega especial pois a minha irmã, que sempre dançou nos anteriores, havia acabado de realizar uma cirurgia de coluna e a trouxemos de surpresa ao palco,já entrei pra dançar chorando rs. 


O mais recente não tenho ainda no meu canal, mas marcou um ano muito difícil de grandes mudanças e mais uma vez superação. Entrei no palco totalmente desconectada com o momento, pois  minha preocupação era que elas (as alunas) saíssem realizadas. 


Bom, como podem ver todos os trabalhos acima marcaram muito e só posso agradecer imensamente a Deus por me proporcionar viver esta experiência  tanto como coreógrafa como bailarina.

Deixo claro que o que mencionei sobre templos e afins é apenas a minha opinião e nada mais.

DEUS é bom o tempo todo!

GRATIDÃO







domingo, 24 de maio de 2015

50 tons e seus irmãos

É eu sei demorei para escrever a respeito, mas tinha tanta gente falando já que não via sentido em ser apenas mais uma, mas como costumo dizer acho que sou a única no mundo que não gostou da trilogia 50 tons de cinza.

Na verdade não gosto dele e nem de nada do gênero, eu explico...

Primeiro que não gosto da ideia de para ser amada a mulher ter de ser submetida ao limite da submissão e não estou me referindo a fetiches não, me refiro ao comportamento diário.
“Mas Ci e o carro e tudo que ela ganhou?”  Desculpe não estou a venda.

Tratar a mulher como objeto que se usa e descarta é nojento, “ ahhhhh mas ele se apaixona por ela depois”... eis a questão, humilhe-se e terá o meu amor ... me poupe sociedade.

Sobre contos eróticos não vejo a menor graça, amo escrever mas “na boa” não me realizo sexualmente em contos que são apenas palavras amontoadas que podem se perder e ser direcionada a qualquer pessoa.


Se for pra sentir algo que seja intenso, se for pra viver algo que seja real.

sábado, 9 de maio de 2015

Ser Mãe...

Bom como a maioria já sabe quando minha mãe faleceu eu tinha 15 anos, minha irmã 9 anos e um pai que perdeu o chão e demorou muito para se recuperar.

Enquanto minha mãe esteve com a gente a nossa educação foi bem dura, eu costumo dizer que militarista, mas não reclamo não muito pelo contrario. Aprendi que tenho que ser resposável ao extremo com minhas escolhas, mas isto é assunto para um outro texto rs.

Quando me vi a responsavel pela casa e irmã, bateu um desespero sim, e até tentei pedir ajuda para os "universitários", mais conhecido como família rsrrs, mas foi desastroso. Eu e meu pai decidimos então encarar sozinhos a batalha. Eita que batalha hein...

Meu pai é que precisava de ajuda, perdeu o eixo completamente, e no dia a dia virei a responsável pela minha irmã, etapa complicada já que ela também não estava bem e a sociedade a nossa volta não aceitava que a levasse em medico, ou estivesse presente em reuniões escolares e afins afinal eu também era menor de idade. E mesmo diante de todas as lagrimas escondidas no travesseiro a noite, vencemos... Minha preocupação com ela sempre foi materna, só tinhamos uma a outra, quando foi que finalmente meu coração acalmou? Quado ela casou rs, sim, então finalmente pensei ela está bem, nós conseguimos. E foi aí que tive tempo de sentir falta da minha mãe.

Muitos anos depois meu pai casou novamente e ganhamos um irmão, tão lindo, tão fofo, rs (filho do primeiro casamento da minha então madrasta) quando se mudou lá pra casa ele tinha 5 anos e como ainda não haviamos reformado a casa eu optei em não dormir mais no meu quarto e  dormia na sala com ele todas as noites, foi bem divertida essa fase e confesso que ele me trouxe dias felizes novamente.

Mais tarde, nasceu mais um imão, fruto desse casamento, e todas as noites quando ele acordava aos berros rsrsr a mãe dele demorava muito, mas muito mesmo pra conseguir levantar, por conta do parto, e la estava eu todas as madrugadas "socorrendo", embalando e acalmando o bebê.

Tive um namorado que moramos juntos, costumo dizer que esse namoro foi um acidente de percurso na minha vida, mas a parte boa é que ele tinha dois filhos do primeiro casamento, dois meninos gêmeos, lindos e abençoados. Nos davamos tão bem que me chamavam de "Mamãe Cici". Perde-los acho que foi  parte mais dificil no fim desse relacionamento e quando um deles me "achou" no facebook eu parecia uma boba chorando em frente ao PC com as mensagens deles. Graças a Deus eles tem uma mãe maravilhosa e meu coração finalmente acalmou.

Minha irmã tem dois filhos, e no pós parto de ambos ela teve complicações  e ficou internada, e lá estava eu cuidando dos recem nascidos, tanto do primeiro filho quanto da segunda filha, e participando dos primeiros passos de cada um deles, sempre fui presente na vidinha de ambos, e estava com eles o tempo todo. Hoje acho que sou a tia/madrinha mais babona do mundo rs.

Bom, dei aula durante 23 anos. Fui professora de baby, de crianças, adolescentes e adultos e pra quem conheceu meu trabalho sabe que minha dedicação foi sempre além da sala de aula. Além de preparo técnico e expressivo da dança, me dedicava a inspira-las a cuidar da alimentação, do físico para manutenção da saúde, nas escolhas profissionais, e até nos relacionamentos em sociedade. Sempre me preocupei com suas conquistas e tinha muito medo de se frustarem em algo. Muitas entraram na minha sala adolescentes e saíram mulheres até mães, cresceram na minha sala fazendo plié rsrsr. Algumas até me davam presentes e cartinhas no dia das mães.

Uma vez uma de minhas ex alunas, que também trouxe suas filhas pra minha sala, e se tornaram minhas alunas me disse "Ci, você com seu jeito com a gente só não pariu mas já foi mãe."

Então é isso, pra quem vive me perguntando sobre minhas escolhas e meu jeito, sim eu já fui mãe, varias vezes.

Hora de cuidar de mim. Feliz dia das mães.


terça-feira, 5 de maio de 2015

Verdades Escondidas

Bom, com a cabeça a mil por segundos e segundos, vou tentando colocar em ordem os sentimentos e as escolhas.

Cada dia mais me decepciono com o que vejo no mundo em que vivemos, e machuca de maneira assustadora.

Sou o que sou e como sou, nada a esconder e bem na verdade nada a declacar a respeito rs.

Não me escondo de nada , nem de ninguém, não sou capaz de ferir os que me amam apenas para me auto afirmar. Tampouco fazer joguinhos de palavras e sedução para "dormir melhor".

Sei do meu valor como mulher, ainda que inumeras vezes tenha caido e pensado o contrario. A verdade é que tem muito babaca no mundo.

Meu trabalho, por vezes confunde uns e outros por aí.

Mas o que importa é que não uso meus blogs, minhas fotos ou mensagens escondidas nas redes sociais ou afins para seduzir ninguém... Uso estes meios de comuicação para expor pensamentos e idéias e de uma forma ou outra vou me comunicando com o mundo.

Eu posso ter sido inocente e até meio burra, as vezes, mas de Deus nada escapa, Ele sabe quem somos, seja nas redes sociais ou entre quatro paredes.




quarta-feira, 8 de abril de 2015

Faça Valer a Pena

Se o que eu digo te faz feliz comemore, pois não ouvirá de mim palavras soltas apenas para 
sensações momentâneas. Minhas palavras andam de mãos dadas com minhas ações.

Não vivo de ilusões, superficialidade não me atrai... Sou exatamente o que digo, não há máscaras ou jogos, não brinco com sentimentos alheios, muitas vezes esqueço de mim para cuidar de outros então sei que não há egoísmo em mim. 

Sei do meu valor como mulher, mas também sei que sou só mais uma na multidão, o mundo não gira em torno do meu umbigo. 

Minhas ações sempre provam meus sentimentos... Cada um só pode dar ao outro aquilo que tem, o que você tem a doar de si mesmo?

Faça o hoje valer a pena!

terça-feira, 24 de março de 2015

Muito Obrigada!

Hoje,  reorganizando material de aula passou um filme gigante na minha mente. Mergulhada entre tantas musicas, quantas sequências relembrei, quantos momentos...Que delícia reviver isso em meu coração. Quantas aulas dadas, quantas pessoas conheci, nem sei mensurar quantos alunos tive nesses 23 anos.

Rodei São Paulo e interior, tive oportunidade de trabalhar ao lado de grandes nomes da dança, e de virar professora e até coordenadora de escolas e academias  em que era aluna.

Na minha sala tive os mais variados perfis como alunos, os que faziam pra se divertir, os que queriam se profissionalizar, tenho frutos espalhados por aí que me dão muito orgulho, as professoras de educação física e dança que buscavam aperfeiçoar conhecimento, e ainda os que dançavam em grupos de igreja.

Tantas experiências vividas e trocadas, quantas entraram meninas e se tornaram mulheres, quantas participei de suas vidas além da sala de aula.

Sei que nem todos entendiam de imediato meu jeito “protetor” de ser, meio mãezona como por vezes já ouvi.

Sou grata por tudo o que vivi e por todas as batalhas percorridas em busca do objetivo de cada aluno. 

Pra mim nunca foram números em sala de aula, eram pessoas com sonhos grandiosos e por respeito a isso sempre fui tão dura nas cobranças, afinal sonhos se conquistam com muita luta. Não me importava se eram 2 alunos ou 10 alunos na turma eu ia dar atenção a cada um de acordo com seu objetivo.

O Ballet não é algo democrático, você deve se adequar ao perfil e regras estabelecidas, mas devagar ia mostrando que era possível sim experimentar um pouquinho desse sonho, para sonhos mais amplos a batalha seria bem maior e a verdade é que nem todo mundo “aguenta o tranco”.

O que me dá orgulho?
Ver os frutos espalhados por esse mundão nos representando muito bem;
Lembrar do brilho no olhar a cada etapa conquistada por aqueles que eram excluídos por seu tipo físico não ser o ideal pré-estabelecido em nossa área;
Ser respeitada como profissional e amiga dos que um dia eram apenas meus professores;
Ganhar tanto carinho, admiração  e respeito das professoras que um dia me procuraram na busca ampliar conhecimento para suas aulas.

Enfim, missão mais que cumprida. Eu fui muito feliz!

Se um dia volto dar aulas? Com certeza! Amo demais.

No momento, outros rumos...outros caminhos...outros lugares...


Por esses 23 anos o meu  MUITO OBRIGADA!!!!!

domingo, 1 de março de 2015

Fechada Pra Balanço

Tenho mania de ser observadora, mas não como fofoca porque não coloco em roda o que vejo, mas me questiono diariamente sobre certos comportamentos e me comparo a eles.

Uma das minhas principais características é a ética, mas você percebe que a maioria até desconhece o significado dessa palavra.

Muitos hoje falam em moralismo, mas sequer observam seu comportamento em sociedade.

Eu não estou levantando bandeira de nada e tampouco me faço de santa, tenho plena consciência de que estou longe dessa “santidade”, não busco perfeição, busco o melhor de mim.

Alguns podem me chamar de louca e desequilibrada, mas no fundo vivemos em um mundo tão acostumado as traições e infidelidades, aos joguinhos de poder, seja em qualquer tipo de relação, que quem não anda conforme a multidão se torna “louca”.

Não consigo lidar com a vulnerabilidade das relações, com a bipolaridade nas escolhas. Então fico apenas a observar e confesso que a sociedade começa a me dar medo.  

O mundo das ilusões, das relações superficiais, das amizades por interesse de poder (se você está no topo eles estão com você). O mundo das relações de troca, do tipo “se fulano merecer eu faço”,  “o que eu ganho com isso ou com aquilo”.

Bom eu não sei o que cada um ganha nesse joguinho todo, eu sei apenas o que eu tenho pra oferecer e isso independentemente do seu merecimento.

E a maioria vai dizer não eu não estou nesse grupo!

Então pergunto quais os tipos de relação que você mantém? Sobre os que mostram a todo custo e de todas as formas que estão verdadeiramente ao seu lado, como você os trata? No fundo apesar de tudo o que costuma dizer que quer pra você, até onde é capaz de ir?

Acredito que a busca das mulheres em se afirmar em sociedade se perdeu muito pelo caminho, por vezes me dá vergonha até.


Enfim, vou vivendo talvez sobrevivendo, sem máscaras,  mas fechada pra balanço.